OFERTA PROFÉTICA E AS 12 PEDRAS – TRIBO DE RUBEN

OFERTA PROFÉTICA E AS 12 PEDRAS – TRIBO DE RUBEN

Mês de Junho / Tamuz – Manifestação da Luz Divina

Assista o vídeo abaixo vídeo onde o Ap. Miquéias Castreze diz sobre a OFERTA PROFÉTICA para esse mês, tomando posse das bençãos da Tribo de RUBEN – mês de Tamuz.

TAMUZ – (14, Junho 2018 ) – Tribo Rubem – Pedra Turquesa ou Granada
Você verá através da realidade física, contemplará a realidade da luz divina. A manifestação da majestade do Eterno.

– Vídeo Oferta Profética – Tribo de ZEBULOM / Mês de SIVAN / Pedra ESMERALDA
link – https://youtu.be/B18myinBT4s

– Leia logo abaixo o contexto teórico.

Já estamos vivendo 2018 | 5778
#APortaDaGraça esá aberta, passe por ela!

#EDP #EvangelhoDePoder

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OFERTA PROFÉTICA TRIBO DE RUBÉN – AS PEDRAS DAS TRIBOS DE ISRAEL

Cada mes desse ano faremos no segundo domingo uma oferta profética, em cima da revelação espiritual de cada patriarca de cada tribo e de cada pedra profética.

TAMUZ – Esse mês de Junho, correspondente ao Mês bíblico – Tamuz – está relacionado com a TRIBO DE RUBEN – e a PEDRA TURQUESA OU GRANADA.

A PEDRA TURQUESA OU GRANADA – Turquesas são pedras preciosas que são encontradas nas cores azul e azul esverdeadas, as turquesas azuladas são mais valiosas do que as esverdeadas. A COR AZUL é naturalmente a cor do céu. Na Palavra de Deus também é cor celestial, Êxodo 24:10, Ezequiel 1:26 (safira-pedra preciosa azul). O azul nos mostra uma ação direta do céu, Veja o que diz o livro de Ester 8:15: Então Mardoqueu saiu da presença do rei, vestido de um traje real azul celeste e branco, trazendo uma grande coroa de ouro, e um manto de linho fino e de púrpura, e a cidade de Susã exultou e se alegrou. Aqui houve uma ação direta do céu, Deus exaltou o seu servo Mardoqueu. Quando somos fiéis ao Senhor e nos vestimos da sua palavra ele cuida de nós e ao seu tempo nos exaltará. Carbúnculo ou granada, a cor principal é a VERMELHA. Seu nome vem do grego “pyros” para fogo. Cor variável, a vermelha, mais ou menos voltada para a tonalidade castanha, sendo a mais procurada. Era chamada “carbúnculo” que significa, vermelho como brasa. Como já mencionamos sobre o vermelho que tem vários significados na simbologia bíblica, e a mais notável é o sangue de Jesus, nos mostra que quando temos a cobertura do sangue de Cristo, o fogo de Deus arde constantemente em nossas vidas nos dando vitórias, e fazendo que tenhamos sempre acesas dentro de nós a brasa da esperança, que um dia Jesus voltará e nos levará para si.

A TRIBO DE RUBEN – Majestade / Força corruptível / Força / Vigor excelente em alteza o mais excelente em poder, impetuoso como agua, mas não será o mais excelente, pois se contaminou com a concubina de seu pai. Excelência insana, instável e intermitente. Estandarte: (1) Mandrágora (2) Face de Homem. A Mandragora é uma planta da família das Solanáceas, cuja principal característica é a presença de uma raiz bifurcada que lembra a figura humana.

O Primogênito de Léa (primeira esposa de Jacó) perdeu sua primogenitura e uma porção dupla da herança, por causa da imoralidade (Gen. 49:3-4). A primogenitura então passou a José, o primogênito de Raquel, a segunda esposa de Jacó. A Benção de Jacó a Ruben acha-se em Gen 49:3-4 e em Deut. 33:6. O número de descendentes da tribo foi diminuindo gradualmente, e embora ela continuasse a existir, tornou-se politicamente menos importante. Normalmente o primogênito da família está encarregado do serviço de Deus, merece honras, e recebe uma porção dupla dos pertences do pai.

Bênção de Jacó: “Rúben, tu és meu primogênito, minha força e o princípio de meu vigor, o mais excelente em alteza e o mais excelente em poder. Impetuoso como a água, não serás o mais excelente, porquanto subiste ao leito de teu pai. Então o contaminaste; subiu à minha cama.” Gênesis 49:3-4 –

Heb. Rúben; “veja um filho”). Rúben era o filho primogênito de Jacó e Lia (Gn. 29:32).

Gn 29:32 ” E concebeu Lia, e deu à luz um filho, e chamou-o Rúben; pois disse: Porque o SENHOR atendeu à minha aflição, por isso agora me amará o meu marido.”

Moisés abençoa Ruben: “Deuter. 33:6 – Viva Rúben, e não morra; e não sejam poucos seus homens.”

Rúben é costumeiramente lembrado como aquele que defendeu a José, quando os seus ciumentos irmãos quiseram matá-lo em Dotã. Rúben, como o filho primogênito, proferiu o seu conselho, e a vida de José foi poupada.
Depois que José cresceu e estava regendo o Egito, pela providência de Deus houve uma escassez terrível, e veio Rúben e seus irmãos ao Egito à procura de comida. Quando eles se encontraram com José, Rúben aceitou o Soberano do Egito que o tratou severamente e a seus irmãos, como um julgamento por causa do pecado deles:

Gn 42:21-22 ” Então disseram uns aos outros: Na verdade, somos culpados acerca de nosso irmão, pois vimos a angústia da sua alma, quando nos rogava; nós porém não ouvimos, por isso vem sobre nós esta angústia. E Rúben respondeu-lhes, dizendo: Não vo-lo dizia eu: Não pequeis contra o menino; mas não ouvistes; e vedes aqui, o seu sangue também é requerido”.

Rúben também entregou a Jacó a mensagem de José, que exigia que Benjamim viesse para o Egito, e ofereceu os seus próprios dois filhos como penhor para o retorno seguro de Benjamim. Na mudança de Jacó ao Egito, em 1876 A.C., Rúben tinha quatro filhos- Enoque, Palu, Hezrom, e Carmi (46:9).

Rubem se deita com Bila, serva e sucessora de Raquel, que era adversária de sua mãe (Lia) na luta pelo coração de seu pai Jacó. Com isso ele tenta humilhar seus irmãos se afirmando sobre eles e sobre seu próprio pai. Gn 35:22

A Mandrágora é constituída por seis tipos de ervas perpétuas, desprovidas de troncos, dispostas na forma de diminutas rosas com folhas no formato oval, providas de imensas raízes divididas em dois ramais semelhantes a feições humanas. Elas estão disseminadas pelos territórios mediterrâneos, e chegam a alcançar o Himalaia. As frutas por elas produzidas são similares a uma minúscula arma, uma espécie de porrete, e têm um intenso mau cheiro

AS PEDRAS PROFÉTICAS
Vamos começar a entender mais profundamente esse assunto:

A partir de agora, vamos descrever algo que Ezequiel também viu, mas descreveu com menos detalhes que João. Trata-se da Nova Jerusalém, nossa morada celestial, descrita em Ez 48: 30-34, onde as portas são símbolos da autoridade das doze tribos, porém, não com os detalhes de João, nem com a semelhança tão grande ao antigo acampamento Israelita ao redor do Tabernáculo no deserto.

Falaremos sobre as pedras correspondentes às tribos de Israel e sua relação com a muralha da Nova Jerusalém, com suas doze portas como pérolas, e a praça da cidade, de ouro puro.

Apocalipse 21: 9 a 27

João, como todos os outros antes dele, usou a simbologia de pedras preciosas para descrever o brilho e o resplendor divino. Se você se lembra do que falamos em Ezequiel, as tribos no deserto acampavam ao redor do tabernáculo ou tenda da congregação e em volta do acampamento dos levitas. Assim, todas elas ficavam de frente para a tenda (Nm 2: 2). A leste se acampavam: Judá, Zebulom e Issacar. Ao sul: Rúben, Simeão e Gade. A oeste: Efraim, Manassés e Benjamin. Ao norte: Dã, Naftali e Aser.

Como sabido o estandarte de cada uma das tribos, elas também eram simbolizadas por pedras, pedras essas colocadas no peitoral das vestes do sumo sacerdote. João usou mais ou menos o mesmo nome para as pedras (apesar das diferentes traduções posteriores); a única diferença é que individualizou cada uma (“fundamentos”), ao invés de colocá-las por “ordens” como foi usado em Êx 39: 8-14 por Moisés:

Êx 39: 8-14

Pedras que representavam as tribos

Algumas pedras têm variadas traduções por falta de maior conhecimento do assunto na antiguidade; por isso, muitos nomes usados em hebraico e grego podem trazer certa confusão. Por exemplo: sárdio (ou cornalina, variedade castanha de calcedônia), granada (traduzida erroneamente como: sardônio ou esmeralda), carbúnculo (às vezes, traduzida erroneamente como esmeralda), diamante (traduzida erroneamente como calcedônia), ágata (traduzida como crisópraso, uma calcedônia verde clara), crisólito (na verdade, ônix). O que podemos inferir pelos escritos de Moisés e João é que, talvez, Moisés tenha colocado as pedras das tribos de acordo com sua ordem no acampamento; João parece tê-las nomeado aleatoriamente.

Pedras no peitoral do sumo sacerdote – (Êx 39: 8-14) – As mesmas ordens observadas no acampamento.

Dessa forma, se nos basearmos nas pedras das vestes do sumo sacerdote, a nova Jerusalém teria a disposição semelhante das tribos ao redor da tenda da congregação.

Revelação sobre as pedras e a relação com a nova Jerusalém – Embora pareça obscura para nós a relação entre as pedras escolhidas por Deus e cada tribo de Israel, podemos dizer num sentido geral que, para o Senhor, Seus filhos são jóias preciosas, cada um com uma unção diferente dando um colorido especial à Sua criação. As explicações encontradas na Internet não me pareceram satisfatórias pelo conteúdo místico que trazem, ao invés de um real embasamento bíblico. Se tivéssemos que fazer uma correlação entre as faces dos querubins vistas por Ezequiel e João e a cidade quadrangular que está erguida para os que forem salvos, poderíamos dizer que, para estarmos lá, são necessárias quatro características:

a) o bom uso da autoridade, do poder e da liderança espiritual que foram colocados em nós (leão);

b) o uso adequado da inteligência e do livre-arbítrio dado por Deus aos Seus filhos (homem);

c) a sabedoria para lidar com os bens materiais e ser um verdadeiro adorador (boi);

d) a vontade de atingir as alturas espirituais e estar pronto à renovação que vem do Espírito Santo (águia).

Uma surpresa agora: Ap 21:12-21 – É interessante perceber que essas pedras foram chamadas de fundamentos e nelas se encontravam igualmente doze pérolas, formando portas. Parece uma contradição entre o que está escrito no AT por Moisés sobre as pedras e o que está escrito por João, pois o apóstolo não mais se refere às pedras preciosas como os patriarcas e sim como os apóstolos, dando aos patriarcas a simbologia de pérolas, mais precisamente de uma só pérola. Isso significa que os doze patriarcas representam as portas colocadas por Deus na terra para firmar Sua promessa de resgate com os homens, mais especificamente com o Seu povo escolhido (“uma só pérola” – Ap 21: 21).

A eles, foi dada a Lei para que a cumprissem e se mantivessem junto ao Criador. Quando Jesus veio cumprindo-a e trazendo a nova aliança, Ele passou a preparar filhos com a Sua autoridade, por meio dos quais muitos outros povos pudessem conhecer a Salvação. Esses foram os apóstolos, simbolizados nesta visão de João como fundamentos adornados de todo tipo de pedras preciosas (Ap 21: 19).

Os patriarcas, portanto, foram as portas as quais o Senhor abriu para a aliança com o homem e construiu Sua obra, colocando regras para o ser humano, a fim de que ele entendesse ser possível passar para um novo nível de entendimento espiritual e atingir a perfeição (quatro lados da cidade, quatro ordens de tribos, quatro letras no nome hebraico do Senhor – YHWH, símbolo de um número perfeito, do homem unido à Trindade, o número do evangelho), portanto, a vida eterna. Entretanto, ao enviar Seu Filho à terra, Ele fundamentou definitivamente o caminho para que essa perfeição fosse atingida. Foi Jesus mesmo que disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14: 6). Dessa forma, os discípulos de Jesus, os doze apóstolos, são os fundamentos para a construção de uma grande obra, levando o evangelho e abrangendo todos os outros povos, não somente os judeus, mas igualmente os gentios (pedras preciosas de vários tipos – Ap 21: 19) nos quatro cantos da terra.

Através da obra que eles deixaram estabelecida, a humanidade conheceria o caminho (a porta) de volta ao Éden:

Ap 22:1-5

a) rio de água da vida: o fluir constante do Espírito Santo.

b) a árvore da vida: Jesus, no centro do jardim do Éden.

c) doze frutos: todos os meses do ano, frutificar ininterrupto dos eleitos de Deus.

d) Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles:

• Gn 1: 3: “Disse Deus: Haja luz; e houve luz”… Nesta fase inicial, a luz à qual a bíblia se refere é a própria glória de Deus entrando em cena na pessoa de Jesus.

• Is 60: 19-20: “Nunca mais te servirá o sol para luz do dia, nem com seu resplendor a lua te alumiará; mas o Senhor será a tua luz perpétua, e o teu Deus, a tua glória. Nunca mais se porá o teu sol, nem a tua lua minguará, porque o Senhor será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão”.

• Jo 1: 1-5: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela”.

• Ap 21: 23: “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada”.

• Ap 22: 5: “Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos”.

Estou escrevendo palavras proféticas sobre a nova Jerusalém após a segunda vinda de Cristo para mostrar que estamos, na verdade, voltando para o ponto de onde saímos. A luz que um dia veremos (Jesus) é a mesma luz que iniciou todas as coisas.

No amor de Yeshua HaMashia,

Ap. Miquéias Castreze
www.evangelhodepoder.com.br

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