[HEAP 25/17] SHAVUOT – A FESTA DE PENTECOSTE

[HEAP 25/17] SHAVUOT - A FESTA DE PENTECOSTE
Shavuot
A Festa da Colheita
Origem da Festa – Havia um tempo determinado para que todos fizessem suas colheitas. Desta maneira procurava se garantir que todos trouxessem as primícias ao Templo e só depois poderiam usufruir daquilo que haviam colhido. O povo colhia, mas não podia comer até que todos levassem suas ofertas ao Templo. Como geograficamente a maior distancia entre o Templo e qualquer cidade de Israel demoraria em média 2 dias, este período se tornou um tempo festivo e de intensas peregrinações pelo país, movendo até mesmo nações vizinhas que vinham participar das celebrações. Nessas romarias, surgem então muitos dos Salmos que eram entoados enquanto o povo caminhava em direção ao Templo com suas caravanas.
Shavuot e a Revelação de Deus – Parece que Deus escolheu Shavuot para se revelar ao povo de uma maneira especial. A festa de Shavuot é marcada pela Gratidão ao Eterno. Para o judaísmo, é em Shavuot que o povo recebe a Torah através de Moisés, dando inicio oficial à Fé Judaica.
A cíclica temporal – A Nova Aliança é métrica em cumprir as promessas da Antiga. Assim como a Revelação da Fé Judaica acontece em Shavuot a Revelação da Fé Cristã também. É no Pentecostes (Shavuot) que o Espirito Santo se derrama sobre a vida dos discípulos dando inicio oficial a Era da Igreja sobre a Terra. Nos dias de Shavuot uma janela se abre no céu para marcar o ponto alto das alianças de Deus conosco. Nesses dias Deus quer se revelar mais intensamente a nós.
Conjecturas – Dentro da dinâmica da cíclica temporal, se formos para trás podemos imaginar que grandes eventos da Revelação Divina também podem ter ocorrido neste mesmo período, assim como para frente aqueles que ainda ocorrerão. Não sabemos precisar a data de tais eventos, mas a verdade revelada nas escrituras nos dias que de uma e outra banda do Rio de Deus, estava a arvore da Vida que dará seu fruto de maneira constante. O propósito da vida abundante e plena. Colheita perene para os Salvos.
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A Festa de Pentecostes ou Shavuot, dura 50 dias que também é representada pelo Jubileu, onde há uma grande restituição de tudo que os gafanhotos roubaram, está profetizada em Joel 2:21-27 É a segunda das três festas de peregrinação; as várias dimensões da festa de Pentecostes como:
  • a entrega da Torah no monte Sinai;
  • o fato de Rute uma gentia ser colocada no meio do povo judeu para Israel,
  • a restituição (Joel Capítulo 2),
  • a cura da alma através do Tabernáculo de Moisés
  • e o Derramamento do Espírito Santo.
Lê-se o livro de Rute que é um livro central na festa de Pentecostes. O Pentecostes recebe quatro nomes que são: a Festa das Semanas; A Festa da ceifa, onde começamos a colheita; A Festa das Primícias e a data da Entrega da Torah. Nessa comemoração Deus quer te dar uma coroa, Ele espera passar 49 dias depois da Páscoa para no 50º derramar de novo seu amor sobre nossas vidas, nos presenteando com a Torah. Uma das dimensões da festa é a entrega da Torah, Moisés recebeu no Monte Sinai a Torah, porque precisamos primeiro receber o espiritual para depois receber o material.No momento em que é feito a entrega das primícias, é julgado o principado “Sérvulo”, que está ligado à Mamom, ou seja, estamos julgando um principado que lidera Mamom “o deus do dinheiro”. A única forma de julgar ele é ofertando. O objetivo do diabo é ir tirando-lhe área por área até te matar, ele quer acabar com você esgotando todos os seus recursos, o(a) deixando pobre, por isso é importante lembrar que a oferta quebra o poder desses gafanhotos e quando ela quebra este poder tudo aqui que os gafanhotos te roubaram Deus ordena que eles te restituam. O objetivo da restituição é quebrar a vergonha que a pobreza trouxe sobre sua vida, “… e o meu povo nunca mais será envergonhado.” Joel 2:27.“E restituir-vos-ei os anos que comeu o gafanhoto,…” Joel 2:25, a palavra ANO vem do verbo “Shoni” que significa “mudança”; então tudo o que aconteceu nos anos passados, Deus quer trazer uma mudança através da restituição para você.
  • Existem quatro fases dos gafanhotos, que são: a primeira é “Arob” que tem suas raízes (Arab, Orab, Orba, Araubã, Ma’Arab), esse gafanhoto fica a espreita e faz uma emboscada, depois usa um artifício para lhe enganar, abre uma janela para poder te roubar e você caí na cilada.
  • Na segunda fase tem o “Leleq”, depois que você caiu na cilada de não dizimar e não ofertar ele começa a comer aqui ló que é teu.
  • A terceira fase é a do “Chasil”, o objetivo dele é acabar com você, bloqueando sua vida financeira para impedir que os recursos cheguem até você e ganhe seu tesouro.
  • A Última fase é Gazam, esse último estágio é quando ele quer drenar suas riquezas de tal forma que ele arranca fora tudo que é teu (casa, carro, até perder tudo).
Bloqueamos esses gafanhotos com nossas ofertas e acontecerá a restituição, que em hebraico é “Shilam” (significa estar completo ter plenitude); junto virá “Shalom” (paz, prosperidade, bem, inteireza, segurança e saúde) é a primeira coisa que Ele lhe dará; depois vem “Shallam” (estabelecer uma aliança de paz); “Shalem” (Perfeito, inteiro, completo) e o último que é “Shilluma” (retribuição), ou seja, Deus olha para nossa fidelidade e nos retribui tornando-nos uma pessoa completa na área financeira. No Pentecostes Deus lhe preenche em corpo, alma e espírito.A cura da alma ocorrerá através de três objetos que estão no tabernáculo sendo eles:
  • A mesa dos pães (é a Palavra, e ela cura);
  • A Menorah de Ouro (depois que se recebe a Palavra está na hora de receber a Unção, para que a cura possa se manifestar através do Espírito Santo, essa unção restaura)
  • e o Altar de Incenso (representa a oração que nos leva para o Santo dos Santos, o primeiro ingrediente da dela é o perdão para que possamos entrar em Sua Presença).
Em Atos 2 têm uma promessa, que foi declarada em Joel “E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito.” Joel 2:28,29. Tudo que Joel declarou aconteceu em Atos. E como resultados no Pentecostes caí Sua Glória, acontece uma grande colheita de vidas, O Poder e a Unção são derramados, por último os milagres começam a acontecer um atrás do outro. _______________________________________________________________
Em Gn 1.26 temos um desejo expresso por Deus em querer o homem como “imagem e semelhança”, disto, destaquemos o segundo desejo de Deus: semelhança.Esse é um dos desejos de Deus que mais honra concede aos homens, visto que semelhança significa “que funcione como…”, isto é, Deus tem em si o desejo que o homem funcione como ele, que seja seu espelho, que seja sua extensão, que viva profundamente seus princípios.Uma das maiores capacidade de Deus está em criar dentro de si antes que traga a realidade. Essa característica de Deus em chamar a existência aquilo que ainda não existe é de grande profundidade, e acaba por ser praticamente insondável, o que vai deixar mais incrível é que, ao homem foi dado a condição de gerar primeiro em sua mente, com toda sorte de detalhes, de prós e contras, com todas as minucias precisas e necessárias. O que nós chamamos de imaginação, é um dos atributos de Deus adjetivados no homem com muita veemência, a capacidade de sonhar, de antecipar em si antes que seja, e isso mostra o quanto fomos gerados para funcionar como Deus (lógico que temos muito mais funcionalidades em nós que nos aproxima de funcionar como Deus), como a capacidade de geração interna, para depois a manifestação externa.Infelizmente nesse processo de criação e convivência , o homem peca e cai, perdendo o que poderia ter com toda a facilidade, tendo agora que se esforçar constantemente para poder atrair Deus, e funcionar como Ele funciona, e isto a própria sequência da história mostrará. Vejamos Gn 4:“O tempo passou. Um dia Caim pegou alguns produtos da terra e os ofereceu a Deus, o Senhor. Abel, por sua vez, pegou da primícias dos cordeiros nascidos do seu rebanho, matou-o e o ofereceu as melhores partes ao Senhor. O Senhor ficou contente com Abel e com sua oferta.” (Gn 4.3-4)Acredito que essa pergunta já veio a sua mente: por que Deus recebeu a oferta de Abel e rejeitou a de Caim?, e com certeza já deve ter ouvido milhares de respostas, ou talvez você mesmo já deve ter dado infindáveis respostas sobre essa questão, mas observe o que o próprio texto revela de si mesmo.Na decisão de ofertar, Caim é o primeiro a oferecer, mas isso não significa que ele tinha a oferta primeiro do que Abel, pois temos uma palavra reveladora e primordial, que pode mudar nosso conceito de oferta e comunhão com Deus.Na parte da oferta de Caim, existe uma grande indefinição da oferta, “alguns” (“Um dia Caim pegou alguns produtos da terra”) isto é, sem dedicação, sem estima, sem esmero algum, Caim pega de alguns frutos e os oferece a Deus, como se estivesse fazendo grande obrigação , ou estivesse sendo justo de mais ao oferecer tal oferta. Ao observar o texto nos nasce a primeira preocupação, pois assim como Caim, muitos estão ofertando, devolvendo seus dízimos, e levantando suas primícias diante de Deus, apenas por estar inserido em meio a um grupo , e se sente obrigado para não se sentir parte esclusa do grupo que está, isto é, obrigação não move Deus em nada, pois a obrigação na oferta mostra o quanto o ofertante não entendeu o proposito divino. Ofertar por mera obrigação nos afasta de vivermos plenamente o que Deus nos reservou, visto que na falta de entendimento, fazemos com que Deus rejeite nossas ofertas, pois nosso intuito nunca foi o de cumprir um propósito maior. Isto mostra claramente o porque por anos alguns vem cumprindo religiosamente suas “obrigação”, mas nunca experimentou do mais profundo vindo de Deus.
Agora vamos observar a atitude de Abel por uma palavra aplicada a ele no texto:
PrimíciasSe perguntarmos a todos o que significa primícias, todos dirão de forma unânime que significa as primeiras coisas, o melhor , etc., mas vai além do que possamos imaginar. A oferta de primícias é uma das que mais nos aproxima de funcionar como Deus, visto que a palavra primícias significa “gerado dentro”, isto é, uma oferta que primeiro nasce no seu espírito, sobe para a imaginação da sua alma, e logo é manifesta pelo corpo. Quando sou fiel a oferta de primícias, isto me faz funcionar como Deus, pois assim como Ele, passamos a fazer existir primeiro dentro. Toda a oferta de primícias nos coloca em caminho de retorno para dentro de Deus, visto que, quando decidimos ofertar, primeiro temos a preocupação de gerar no espírito, e isso agrada de forma profunda ao Senhor.Eis aí o segredo do porque Deus recebeu a oferta de Abel e rejeitou a de Caim. Quando Abel decidiu ofertar, pelo menos um ano antes do nascimento do cordeiro, ele já tinha o desejo manifesto em seu espírito, e isso fez com que Deus recebesse a oferta de primícias antes que ela tivesse nascido na matéria.Assim é com você que decide entender o processo da oferta. Primeiro você cria dentro, isso te faz funcionar como Deus, e logo você gera fora, e quando oferta à Deus, você abre uma sentença benéfica sobre sua vida e de todos que estão ao seu redor.A oferta de primícias precisa ter propósito em si, pois toda criação precisa ter um objetivo em si. Quando tomamos posse da visão que mostra que funcionamos como Deus, então passamos a desatar uma torrencial de bênçãos para nossas vidas.
Primícias para o Sacerdote – Desde que as terras foram divididas por Josué na conquista da terra prometida, foi contando aos sacerdotes que esses não teriam apenas um espaço de terra como herança, mas que Deus mesmo lhe seria por herança e eles para Deus. Após as palavras ecoarem aos ouvidos do povo, houve uma ordem divina de que o povo manteria os sacerdotes, afinal, eles são representantes diretos de Deus.Entender que a oferta de primícias significa a manutenção de nossos pais espirituais e nossos sacerdotes e profetas, não e só um fato simples pois estamos cumprindo a palavra de Hebreus 7.8: “e aqui certamente recebem oferta (primícias, dízimos, etc.) homens que morrem; ali, porém, os recebe aquele de quem se testifica que vive”; perceba o quão claro fica para nós que apesar de serem homens mortais que recepcionam nossas ofertas de primícias, quando chegam em suas mãos o próprio Deus recebe, pois como representantes diretos de Deus, podem não só receber como também abençoar e abrir uma torrencial de bênçãos sobre nossas vidas.
Entender que oferta de primícias é a que prove para que todas as outras durante o mês é essencial. Então o processo é esse:
Desejamos ofertar + fidelidade (criamos a oferta em nós) + geramos o propósito + escolhemos a terra (nossos pais espirituais, nossa cobertura) = entregamos a oferta + a benção do sacerdote = torrencial de bênçãos sobre nossa vida… Essa é a equação que gera um mover no mundo espiritual e se derrama no mundo material.
_____________________________ Shavuot É DIA DOS FILHOS ABENÇOAR OS PAIS
Na festa de SHAVUOT os filhos entregam ofertas aos pais e Proferem uma benção aos Pais.
Baruch Atá A-do-nai E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner shel Yom Tov.
Veja o que a cultura ímpia (grega, romana) nos escondeu: “A benção dos Filhos abençoar os Pais” – NESSA FESTA É DIA DE ENTREGAR A PRIMICIA AO SACERDOTE PARA QUE A BENÇÃO ESTEJA EM SUA CASA – (Ez 44:30) É do do Pai (cobertura ) receber a primicia e liberar a BRAHAH: a benção da provisão continua. Dia de se conectar com os 4 niveis dos 4 rios do ÉDEM, QUE TRAZEM PROVISÃO CONTINUA.
Dependentes do Éden, Quatro níveis de benção
O Éden que e um ambiente espiritual, tem em si a fonte de autoridade para o aparecimento, crescimento em continuação dos quatro rios: Pison, Gion, Hidequel e Eufrates. Cada rio nos representa um nível de benção, enquanto o rio do Éden nos representa a fonte da permissão, autoridade. Há nos rios uma evolutiva de benção que vem de uma só fonte. Vejamos:
1) Pison – esse e o rio que representa a bencao continua e crescente. Rio Pison, que desce da autoridade do Éden, representa a brachah. O significado de Pison e “gratuidade”, isso mostra que a benção continua que descende da submissão a autoridade e gratuita, e nesse rio a ouro e o ouro e bom. Perceba que esse metal e um dos mais valorizados em todos os tempos, e que seu valor só cresce. A benção além de ser gratuita enquanto estamos debaixo de autoridade e continua e crescente. A brachah pode ser considerada a benção sobre todas as bênçãos, visto que ela e reciproca, grata e continua, mantenedora de todas as outras. A benção continua e a única benção que permanece dentro de todas as outras. A Brachah e uma benção fundada pelo próprio Deus, e uma benção de relacionamento. Gn. 18 mostra o sistema do Pison ( brachah) funcionando de forma perfeita: Abraão esta a porta da tenda no mais alto calor do dia, levanta seus olhos, e vê ao longe três homens; corre ao encontro dos homens e lhes oferece agua para os pês e um banquete. Quando Abraão lhes oferece o banquete, ativa-se a brachah, a benção reciproca, pois enquanto Abraão oferecia a mesa posta, Deus lhe oferecia a data do nascimento do filho. Isso e a benção continua, reciproca e crescente.
2) Gion – esse e o segundo nível de benção que desce da autoridade do Éden. Enquanto o rio Pison abre as benção com nível de brachah, o Gion abre com nível de primícias ( gerado dentro). A oferta de primícias tem a capacidade de nos fazer romper a fonte que jorra para manutenção de todas as outras, além de a oferta de primícias nos da voz dentro das cortes celestiais, assim como foi com Abel, que após ofertar sua primícia, e ser morto pelo seu irmão, seu sangue continuou clamando, isto e, a manifestação da voz de um justo que primiciava a Deus nas cortes celestes. Assim como a primícia nos da condição de gerar dentro de nos primeiro e depois romper, trazendo a tona nossas intenções de oferta, o Gion revela em seu significado a unção que desata após a oferta da primícia: rompimento, jorrar. O Gion representa a unção gerada pela primícia , que rompe com todas as portas fechadas e mantem o jardim de nossa vida.
3) Tigre – esse representa o nível da oferta do talento de prata. Tigre representa a forca, a longevidade, o atravessar de fronteiras. Assim como saia do Eden e atravessava a fronteira , assim também, a unção que desata na oferta do talento de prata, nos tira de baixas posições e nos coloca em 4 níveis: 1) recebemos a porção do profeta, 2) recebemos direção , 3) recebemos unção , 4) recebemos reconhecimento ( níveis que Saul vivem após consultar Samuel dando-lhe de oferta um talento de prata).
4) Eufrates – representa o quarto nível de oferta e o quarto nível de benção, por ser o mais extenso , o mais largo, o mais profundo e com correntes mais intensas, o Eufrates representa a oferta de cordeiro, pois assim como diz em Apocalipse 13.8b :“eis o cordeiro de Deus que foi morto desde a fundação do mundo…”, e em Joao 3.16 diz : “ Deus amou de tal maneira…”, perceba que Deus oferta para a humanidade se cordeiro, que e profundo por ser insondável, extenso por alcançar gerações , largo por alcançar todos os povos e com correntes intensas , significando que nada pode lhe parar.
Ofertar um cordeiro faz com que vivamos esses quatro níveis de revelação, com bênçãos insondáveis, profundas , extensas e permanentes.
Viver em plena concordância com a autoridade que nos e imposta, honrar inteiramente, estar
Benção de Shavuotm para os bons Filhos – Shavuot é o dia da outorga da Torá. Segundo dos três maiores Dias Festivos (Pêssach é o primeiro e Sucot o terceiro). A palavra Shavuot significa “semanas”: assinala a compleição das sete semanas entre Pêssach e Shavuot (o período do ômer), durante o qual o povo judeu preparou-se para a Outorga da Torá. Durante este tempo, purificou-se das cicatrizes da escravidão e tornou-se uma nação sagrada, pronta a entrar em uma aliança eterna com Deus.
Shavuot é também chamada de Atsêret, que significa a Compleição, porque juntamente com Pêssach, completa uma unidade. Ganhamos nossa liberdade em Pêssach a fim de recebermos a Torá em Shavuot.
Outro nome para Shavuot é Yom Habicurim, ou o Dia dos Primeiros Frutos. Numa expressão de agradecimento a Deus, começando em Shavuot, cada fazendeiro na terra de Israel levava ao Templo Sagrado uma oferenda do primeiro trigo, cevada, uvas, figos, romãs, azeitonas e tâmaras que cresciam no campo.
Shavuot é também chamado Chag Hacatsir, a Festa da Colheita, porque o trigo, o último dos grãos a ficar pronto para ser cortado, era colhido nesta época do ano.
O papel dos filhos – Nossos sábios relatam que, antes de Deus outorgar a Torá ao Seu povo, Ele pediu fiadores. Os judeus fizeram uma série de sugestões, todas rejeitadas por Deus, até que declararam: “Nossos filhos serão os fiadores de que o povo judeu guardará a Torá”. Deus os aceitou imediatamente e concordou em dar a Torá. E de suma importância entender que os filhos são mantenedores de seus pais. Deus recebe os filhos como fiadores, como aquele que oferta e mantem o pai. O transito de honra , o bom filho entende seu papel de abrir suas mãos e manter com uma oferta de primícias a sua cobertura espiritual, pois isso e agradável ao Senhor nosso Deus, de tal forma que fica quase inexplicável.
Era costume dos judeus por lei divina oferecer no altar primícias que dessem sustento aos sacerdotes. Esse e o papel dos filhos na ponte que liga a Pessach ao Shavuot, o Yom Habicurim ( entrega das primícias), e por essa obediência dos filhos em abençoar os pais, os pais e o sacerdote libera uma grande benção, dizendo: “Bendito es tu, o nosso Senhor Deus, Rei do Universo, que nos santificou com seus mandamentos e nos ordenou a benção.”
Assim vivemos a partir de então o mês das primícias, onde os céus estão abertos, e a corte celeste esta apta para outorgar a benção sobre os bons filhos ofertantes e fieis nas primícias, e debaixo de paternidade, significa estar apto para sermos um jardim regados com quatro níveis de bênçãos que nos manterão de forma continua e intensa.
A rejeição a autoridade, será como o homem pecando no jardim e dando o grito de independência, isto faz com que haja a retirada do Éden e por sua vez os quatro níveis de bênçãos somem, e passamos a viver as sentenças da desonra e da ingratidão.
Vivamos com sabedoria os quatro níveis profundos de bênçãos que descem da autoridade.
O Filho entrega as Primicias ao Pai – A BENÇÃO DO FILHO É UMA AÇÃO E A BENÇÃO DO PAI É UMA SENTENÇA – Primicia é a ação do filho, que resulta na sentença do pai. A Primicia entregue ao Pai permite que o pai seja a Voz do Pai à favor do Filho na Corte – Ezequiel 44.30
Ezequiel 44 – 28. Eles terão uma herança; eu serei a sua herança. Não lhes dareis, portanto, possessão em Israel; eu sou a sua possessão. 29. Eles comerão a oferta de cereais a oferta pelo pecado, e a oferta pela culpa; e toda coisa consagrada em Israel será deles. 30. Igualmente as primícias de todos os primeiros frutos de tudo, e toda oblação de tudo, de todas as vossas oblações, serão para os sacerdotes; também as primeiras das vossas massas dareis ao sacerdote, para fazer repousar uma bênção sobre a vossa casa. – Bíblia
A primícia entregue ao pai ou ao sacerdote permite que o pai ou o sacerdote seja a voz da corte celestial na vida do filho. Quando o filho entrega a primícia ao pai, o pai profere a benção na vida do filho. A voz de benção do pai para o filho é a voz da corte celestial de Deus liberando sobre o filho uma benção tal.
A BENÇÃO DO FILHO É UMA AÇÃO. A BENÇÃO DO PAI É UMA SENTENÇA!
A primicia entregue ao Pai permite que o pai seja a Voz de DEUS à favor do Filho na Corte Celestial, por isso a honra ao pai e tão importante. O pai como fonte, faz jorrar o Rio de Deus ( Eden) sobre o filho. Quando o filho libera a primicia ao pai, o pai libera a sentença de bênção sobre o filho.
Primicia na vida do pai + bênção do pai = sentença de bênção liberada na corte celestial
O filho ele entrega as primícias ao pai e o pai outorga a benção ao filho. A benção do pai é uma sentença, a benção do filho é uma ação. O filho age em a favor do pai com a primícia, o pai age a favor do filho com a sentença.
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HEAP 25/17 – SHAVUOT A FESTA DE PENTECOSTE
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