Oferta profética e as 12 Pedras – Tribo de Simeão

evangelho do poder

OFERTA PROFÉTICA E AS 12 PEDRAS – TRIBO DE SIMEÃO
Mês de Julho / Av – O RUGIDO DO LEÃO

Assista o vídeo abaixo vídeo onde o Ap. Miquéias Castreze diz sobre a OFERTA PROFÉTICA para esse mês, tomando posse das bençãos da Tribo de SIMEÃO – mês de AV.

AV – (13, Julho 2018 ) – Tribo Simeão – Pedra Safira
Ouvir e entender o rugido do Leão, a Voz do Deus Eterno – Gerar no utero profético o som do céu. Ouvir e ter discernimento para romper com fortalezas espirituais, vivendo uma transformação verdadeira, afim de fluir nos caminhos da vontade plena e absoluta do Pai.

Esse mês representa e te dá a oportunidade de viver algumas coisas, tais como:
– ouvir a voz do Senhor, o Deus Eterno
– olhar para seu ventre profético e gerar o que ouviu do céu
– ouvir é entender, é crer e viver com equilíbrio
– ouvir é discernir o melhor de Deus para tua vida
– é entender que o Senhor é Pai e deseja te fazer filho
– tempo e ouvir e mudar sua vida ou poderá de se desfazer nos dias e anos seguintes
– tempo de reconstrução de todas as coisas
– de resplandecer a luz que recebeu de Deus
– de atravessar pela porta da graça
– de transformar a tristreza em alegria (Num. 14:41)
– de remover estacas antigas na sua vida (Mc. 10:23-25)
– de humilhação e submissão (Mc. 10:23-25)
– de crer mais no Senhor e ser liberto das maldicções (Gal. 3:14)
– ouvir o Leão (Deus Eterno) rugir, e rugir como Ele (Amós 3:8)
– tomar posse das promessas e da terra prometida
– voltar as veredas principais da Terra Santa ( Ed. 7:8-9)
– denunciar falsas profecias e falsos profetas ( Jr. 28:1)
– ouvir a voz profética verdadeira, honrar os profetas ( Ez. 20:1)
– abandonar o legalismo (Zc. 7:3-14)

– Vídeo Oferta Profética – Tribo de SIMEÃO / Mes de AV / Pedra SAFIRA

– Leia logo abaixo o contexto teórico.

Já estamos vivendo 2018 | 5778
#APortaDaGraça esá aberta, passe por ela!

#EDP #EvangelhoDePoder

OFERTA PROFÉTICA TRIBO DE SIMEÃO – AS PEDRAS DAS TRIBOS DE ISRAEL

Cada mes desse ano faremos no segundo domingo uma oferta profética, em cima da revelação espiritual de cada patriarca de cada tribo e de cada pedra profética.

AV – Esse mês de Julho, correspondente ao Mês bíblico – AV – está relacionado com a TRIBO DE SIMEÃO – e a PEDRA SAFIRA.

A PEDRA SAFIRA – Safira é uma pedra preciosa de cor azul ,e que se aproxima do diamante em termo de solidez. A cor zul, que também simboliza uma ação direta do céu pra beneficiar aqueles que creem na palavra, temos que ter uma vida de solidez, alicerçados na palavra todos os dias, rejeitando as heresias que tem se introduzido em diversos lugares religiosos.

A TRIBO DE SIMEÃO – Simeão vem do hebraico Shim’on, de shamá, que significa “ele ouviu” e por consequência tem o significado de “ouvinte”.

Sobre a tribo de Simeão (significado ouvir) e suas implicações ao longo do seu destino profético;

As Tribos de Simeão e Levi – A Bíblia, no Antigo Testamento, explica devidamente a diferença entre um massacre por decreto divino (Gn 15.16) e uma simples vingança (Am 1.1,6,9). É tão evidente, que não é necessário dizer que, entre os irmãos Simeão e Levi, houve uma simbiose de pecados, e suas armas são instrumentos de anarquia (6.11) e não de justiça de Deus. A violência praticada por eles em Siquém não lhes permitiu serem abençoados devidamente por Jacó. Levi não herdou a bênção da primogenitura; e a herança da terra que a tribo de Simeão herdou, ficava no extremo sul. A inclusão de Simeão, dentro do território de Judá, significou que as duas tribos foram misturando-se cada vez mais, e que Judá se tornou a tribo predominante dentre as duas. Cumpriu-se o que Jacó disse: Que essa tribo se espalharia.

Gn 34.24-26,30: “E deram ouvidos a Hamor e a Siquém, seu filho, todos os que saíam da porta da cidade; e foi circuncidado todo o homem, de todos os que saíam pela porta da sua cidade. E aconteceu que, ao terceiro dia, quando estavam com a mais violenta dor, os dois filhos de Jacó, Simeão e Levi, irmãos de Diná, tomaram cada um a sua espada, e entraram afoitamente na cidade, e mataram todos os homens. Mataram também ao fio da espada a Hamor, e a seu filho Siquém; e tomaram a Diná da casa de Siquém, e saíram. Então disse Jacó a Simeão e a Levi: Tendes-me turbado, fazendo-me cheirar mal entre os moradores desta terra, entre os cananeus e perizeus; tendo eu pouco povo em número, eles ajuntar-se-ão, e serei destruído, eu e minha casa”.

O texto de Gn 34 trata da violação de Diná por Siquém, filho de Hamor, o que causou um profundo desgosto em seus irmãos. Apesar do erro, Siquém se dispõe a casar com Diná, e diante disto, Hamor propõe fazer uma aliança entre eles e os filhos de Israel. Os filhos de Jacó, considerando então o pacto da circuncisão feito entre Deus e Abraão, propõem que todos os homens de Siquém se circuncidassem como eles, o que prontamente eles aceitam fazer. Simeão e Levi aproveitam-se da fraqueza daqueles homens quando então eles são circuncidados, e num ato de vingança, eles promovem um sangrento massacre sobre toda a população de Siquém. A atitude de Simeão e Levi, no entanto não agrada a Jacó, assim como também não agrada a Deus o sentimento de ódio vingativo no coração de seus filhos; causa, porém espanto ver o evangelho hoje tomado por canções com gosto de sabor de mel, que estão continuamente estimulando o desejo de vingança no coração dos servos de Deus, contrariando aquilo que a Palavra de Deus diz, por exemplo, em Mt 5.44,45 ou em Rm 12.17-21. Em Gn 49.5-7, Jacó traz os fatos relacionados a Siquém à sua memória, e mais uma vez ele mostra seu descontentamento em relação aos irmãos que utilizaram suas espadas como instrumentos de violência, matando homens e arrebatando bois. Uma palavra de maldição é lançada sobre o furor e a ira de seus dois filhos, que ficariam então divididos e espalhados na terra de Israel, o que acabaria enfraquecendo as duas tribos. A maldição, porém é condicional (isto fica subentendido no fato da maldição ser referida sobre o furor e a ira de Simeão e Levi, e não sobre os irmãos diretamente), e sendo assim a mudança de comportamento de seus descendentes desviaria a maldição de sobre si.

Simeão teve 6 filhos Jemuel, Jamim, Oade, Jaquim, Zoar e Saul, filho de uma mulher cananéia (ver Gn 46.10). Por ocasião do primeiro censo no deserto eles totalizaram cinqüenta e nove mil e trezentos homens de vinte anos para cima (ver Nm 1.21,23). No segundo censo, no entanto o número de homens da tribo de Simeão era bem menor, sendo estes vinte e dois mil e duzentos homens, a menor das tribos que teve por isto sua herança diminuída (ver Nm 26.14,54). Sua sorte na possessão da terra prometida situou-se entre o quinhão dos filhos de Judá (ver Js 19.1,9, fato este que indica que eles estariam continuamente debaixo da influência desta forte tribo que acabaria absorvendo os simeonitas. Eles não desapareceriam, no entanto de todo e sendo assim descendentes de Simeão, nunca deixaram de ser listados nas genealogias de Israel, e desta forma, eles aparecem listados também entre aqueles que se converterão a Jesus no período da Tribulação/Grande Tribulação (ver Ap 7.7).

Gn 49.5-7: “Simeão e Levi são irmãos; as suas espadas são instrumentos de violência. No seu secreto conselho não entre minha alma, com a sua congregação minha glória não se ajunte; porque no seu furor mataram homens, e na sua teima arrebataram bois. Maldito seja o seu furor, pois era forte, e a sua ira, pois era dura; eu os dividirei em Jacó, e os espalharei em Israel”.

Mt 5.44,45: “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos”.

Rm 12.17-21: “A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens. Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens. Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor. Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem”.

“Você dirá: “Como odiei a disciplina! Como o meu coração rejeitou a repreensão! Não ouvi os meus mestres nem escutei os que me ensinavam. Cheguei à beira da ruína completa, à vista de toda a comunidade”.

Certamente morrerá por falta de disciplina; andará cambaleando por causa da sua insensatez.” – ‭‭Provérbios‬ ‭5:12-14, 23‬ ‭NVI‬‬

Que esse alerta deixado por Deus para essa estação possa Quebrar todo cativeiro na sua vida e use essas três semanas de jejum onde Israel se encontra no jejum mais importante do ano para eles ,como um sinal para sua vida de realinhamento Profético de ativação das janelas de oportunidade para um NOVO E VIVO CAMINHO.
Se hoje você ouvir a voz do Senhor não endureça seu coração , pois um homem muitas vezes repreendido sem ouvir o conserto sua destruição será repentina
Então VIVA com PLENITUDE tudo aquilo que o Senhor tem pra você.

AS PEDRAS PROFÉTICAS
Vamos começar a entender mais profundamente esse assunto:

A partir de agora, vamos descrever algo que Ezequiel também viu, mas descreveu com menos detalhes que João. Trata-se da Nova Jerusalém, nossa morada celestial, descrita em Ez 48: 30-34, onde as portas são símbolos da autoridade das doze tribos, porém, não com os detalhes de João, nem com a semelhança tão grande ao antigo acampamento Israelita ao redor do Tabernáculo no deserto.

Falaremos sobre as pedras correspondentes às tribos de Israel e sua relação com a muralha da Nova Jerusalém, com suas doze portas como pérolas, e a praça da cidade, de ouro puro.

Apocalipse 21: 9 a 27
João, como todos os outros antes dele, usou a simbologia de pedras preciosas para descrever o brilho e o resplendor divino. Se você se lembra do que falamos em Ezequiel, as tribos no deserto acampavam ao redor do tabernáculo ou tenda da congregação e em volta do acampamento dos levitas. Assim, todas elas ficavam de frente para a tenda (Nm 2: 2). A leste se acampavam: Judá, Zebulom e Issacar. Ao sul: Rúben, Simeão e Gade. A oeste: Efraim, Manassés e Benjamin. Ao norte: Dã, Naftali e Aser.

Como sabido o estandarte de cada uma das tribos, elas também eram simbolizadas por pedras, pedras essas colocadas no peitoral das vestes do sumo sacerdote. João usou mais ou menos o mesmo nome para as pedras (apesar das diferentes traduções posteriores); a única diferença é que individualizou cada uma (“fundamentos”), ao invés de colocá-las por “ordens” como foi usado em Êx 39: 8-14 por Moisés:

Êx 39: 8-14
Pedras que representavam as tribos

Algumas pedras têm variadas traduções por falta de maior conhecimento do assunto na antiguidade; por isso, muitos nomes usados em hebraico e grego podem trazer certa confusão. Por exemplo: sárdio (ou cornalina, variedade castanha de calcedônia), granada (traduzida erroneamente como: sardônio ou esmeralda), carbúnculo (às vezes, traduzida erroneamente como esmeralda), diamante (traduzida erroneamente como calcedônia), ágata (traduzida como crisópraso, uma calcedônia verde clara), crisólito (na verdade, ônix). O que podemos inferir pelos escritos de Moisés e João é que, talvez, Moisés tenha colocado as pedras das tribos de acordo com sua ordem no acampamento; João parece tê-las nomeado aleatoriamente.

Pedras no peitoral do sumo sacerdote – (Êx 39: 8-14) – As mesmas ordens observadas no acampamento.

Dessa forma, se nos basearmos nas pedras das vestes do sumo sacerdote, a nova Jerusalém teria a disposição semelhante das tribos ao redor da tenda da congregação.

Revelação sobre as pedras e a relação com a nova Jerusalém – Embora pareça obscura para nós a relação entre as pedras escolhidas por Deus e cada tribo de Israel, podemos dizer num sentido geral que, para o Senhor, Seus filhos são jóias preciosas, cada um com uma unção diferente dando um colorido especial à Sua criação. As explicações encontradas na Internet não me pareceram satisfatórias pelo conteúdo místico que trazem, ao invés de um real embasamento bíblico. Se tivéssemos que fazer uma correlação entre as faces dos querubins vistas por Ezequiel e João e a cidade quadrangular que está erguida para os que forem salvos, poderíamos dizer que, para estarmos lá, são necessárias quatro características:

a) o bom uso da autoridade, do poder e da liderança espiritual que foram colocados em nós (leão);
b) o uso adequado da inteligência e do livre-arbítrio dado por Deus aos Seus filhos (homem);
c) a sabedoria para lidar com os bens materiais e ser um verdadeiro adorador (boi);
d) a vontade de atingir as alturas espirituais e estar pronto à renovação que vem do Espírito Santo (águia).

Uma surpresa agora: Ap 21:12-21 – É interessante perceber que essas pedras foram chamadas de fundamentos e nelas se encontravam igualmente doze pérolas, formando portas. Parece uma contradição entre o que está escrito no AT por Moisés sobre as pedras e o que está escrito por João, pois o apóstolo não mais se refere às pedras preciosas como os patriarcas e sim como os apóstolos, dando aos patriarcas a simbologia de pérolas, mais precisamente de uma só pérola. Isso significa que os doze patriarcas representam as portas colocadas por Deus na terra para firmar Sua promessa de resgate com os homens, mais especificamente com o Seu povo escolhido (“uma só pérola” – Ap 21: 21).

A eles, foi dada a Lei para que a cumprissem e se mantivessem junto ao Criador. Quando Jesus veio cumprindo-a e trazendo a nova aliança, Ele passou a preparar filhos com a Sua autoridade, por meio dos quais muitos outros povos pudessem conhecer a Salvação. Esses foram os apóstolos, simbolizados nesta visão de João como fundamentos adornados de todo tipo de pedras preciosas (Ap 21: 19).

Os patriarcas, portanto, foram as portas as quais o Senhor abriu para a aliança com o homem e construiu Sua obra, colocando regras para o ser humano, a fim de que ele entendesse ser possível passar para um novo nível de entendimento espiritual e atingir a perfeição (quatro lados da cidade, quatro ordens de tribos, quatro letras no nome hebraico do Senhor – YHWH, símbolo de um número perfeito, do homem unido à Trindade, o número do evangelho), portanto, a vida eterna. Entretanto, ao enviar Seu Filho à terra, Ele fundamentou definitivamente o caminho para que essa perfeição fosse atingida. Foi Jesus mesmo que disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14: 6). Dessa forma, os discípulos de Jesus, os doze apóstolos, são os fundamentos para a construção de uma grande obra, levando o evangelho e abrangendo todos os outros povos, não somente os judeus, mas igualmente os gentios (pedras preciosas de vários tipos – Ap 21: 19) nos quatro cantos da terra.

Através da obra que eles deixaram estabelecida, a humanidade conheceria o caminho (a porta) de volta ao Éden:
Ap 22:1-5

a) rio de água da vida: o fluir constante do Espírito Santo.
b) a árvore da vida: Jesus, no centro do jardim do Éden.
c) doze frutos: todos os meses do ano, frutificar ininterrupto dos eleitos de Deus.
d) Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles:

• Gn 1: 3: “Disse Deus: Haja luz; e houve luz”… Nesta fase inicial, a luz à qual a bíblia se refere é a própria glória de Deus entrando em cena na pessoa de Jesus.
• Is 60: 19-20: “Nunca mais te servirá o sol para luz do dia, nem com seu resplendor a lua te alumiará; mas o Senhor será a tua luz perpétua, e o teu Deus, a tua glória. Nunca mais se porá o teu sol, nem a tua lua minguará, porque o Senhor será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão”.
• Jo 1: 1-5: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela”.
• Ap 21: 23: “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada”.
• Ap 22: 5: “Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos”.

Estou escrevendo palavras proféticas sobre a nova Jerusalém após a segunda vinda de Cristo para mostrar que estamos, na verdade, voltando para o ponto de onde saímos. A luz que um dia veremos (Jesus) é a mesma luz que iniciou todas as coisas.

No amor de Yeshua HaMashia,

Ap. Miquéias Castreze – Ministério Evangelho de Poder

#EvangelhoDePoder #EDP
#OPoderQueTransformaVidas

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