Oferta profética e as 12 pedras – Tribo de Issacar

Miqueias Castreze

OFERTA PROFÉTICA E AS 12 PEDRAS – TRIBO DE ISSACAR
Mês de Abril / Lyar – Tempos e Recompensas

Lyar – o mês bíblico de entender tempos e obter recompensas

Assista o vídeo abaixo vídeo onde o Ap. Miquéias Castreze diz sobre a OFERTA PROFÉTICA para esse mês, tomando posse das bençãos da Tribo de ISSACAR – mês de Lyar.

LYAR – (16, Abril 2018) Tribo Issacar Pedra Topázio – Tempos e recompensas – Entendendo tempos de Deus. Espirito de Conselho e sabedoria. O maná no deserto e a luz que cura o corpo, alma e espírito. Servos fortes e disponíveis para o trabalho.

Vídeo Oferta Profética – Tribo de Issacar / Mes de LYAR / Pedra Topázio

– Leia logo abaixo o contexto teórico.
Já estamos vivendo 2018 | 5778
#APortaDaGraça esá aberta, passe por ela!
#EDP #EvangelhoDePoder
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OFERTA PROFÉTICA – AS PEDRAS DAS TRIBOS DE ISRAEL

Cada mes desse ano faremos no segundo domingo uma oferta profética, em cima da revelação espiritual de cada patriarca de cada tribo e de cada pedra profética.

ABRIL – Mes de Lyar

Esse mês de Abril, correspondente ao Mês bíblico – Lyar – está relacionado com a TRIBO DE ISSACAR – e a PEDRA DE TOPÁZIO.

A PEDRA DE TOPÁZIO – Topázio é uma pedra preciosa pode ser encontrada em diversas cores, mas a cor mais comum é a amarela. A cor amarelo simboliza a glória de Deus, mas depende muito do contexto, por exemplo, em Apoc. 6:8, nos fala do cavalo amarelo que simboliza a morte. Então devemos ter muito cuidado, pois a mesma palavra que nos faz ver maravilhas extraordinárias de Deus, nos faz ver a sua glória (se formos fiéis a ela), é a mesma palavra que nos condenará a morte eterna (se a rejeitarmos).

A TRIBO DE ISSACAR – Sábio, Servo com estrutura forte, sabio caçador de recompensas gosta de conforto e tranquilidade. Issacar é jumento de fortes ossos, deitado entre dois fardos. E viu ele que o descanso era bom, e que a terra era deliciosa e abaixou seu ombro para acarretar, e serviu debaixo de tributo. (Genesis 49:14) eram todos desta tribo. Conforme Jacó abençoou, a tribo de Issacar mostrou uma perspicácia incomum em situações políticas. A tribo trocou a submissão a Saul por Davi (1 Cr 12:32). Moisés profetizou uma vida quieta e feliz para Issacar (Dt. 33:18). Issacar é jumento de fortes ossos, deitado entre dois fardos. E viu ele que o descanso era bom, e que a terra era deliciosa e abaixou seu ombro para acarretar, e serviu debaixo de tributo.

Issacar representa aqueles que estão na igreja, mas o mundo não saiu de dentro deles, se submetem aos homens para usufruírem das coisas naturais, aceitam o julgo dos homens e de satanás (dois jugos).

Jumento é um forte animal de carga que se submete ao julgo, ao fardo humano. Os homens desta tribo preferiram se submeter aos cananeus pagar tributos, e gozar das regalias da terra, passaram por vergonha e submissão, foram escravos para ter mordomias.

Não muito diferente dos nossos dias, homens que se dizem pastores, e fazem aliança com políticos, para benefícios próprios, estão debaixo do mesmo julgo, e sendo dominado pelo príncipe deste mundo.

Issacar diz de Recompensas, de obter galardão.
Eles eram da tribo que tinham algumas caracteristicas marcantes, tais como:

– Disposição para ajudar no trabalho (como em Juizes 5)
– Trabalhavam com força e coragem, trabalham de verdade – nao estavam apenas procurando posições e méritos, mas colocavam as mãos na obra efetivamente.
– Eram Realizados naquilo que faziam, para o que foram chamados
– Suportavam os fardos espirituais e fisicos, por fora, tinham aparências de fracos, mas detinham de uma estrutura interior espiritual que suportavam muito fardos.
– Descansavam no Senhor, pois entendiam de Tempos e Estações do Eterno, como diz a palavra em 1 Cronicas 12:32, sabiam aguardar no Senhor todas as coisas
– Eram Sujeitos a Deus, caminhavam na dispensação do Eterno, e sujeição a Deus, atrai experiencias, que nos dá por direito, uma estrutura forte para suportar adversidades das mais diversas, e isso os faziam entender e enxergar com facilidade o conceito de ETERNIDADE, que é compreender o preço pago por Yeshua HaMashia.

É tempo de liberar a glória de Deus, e a glória do Pai, nos remete a bençãos espirituais e materiais, coragem e força do Espírito. Tome posse disso!
Faça sua oferta debaixo desse princípio.

AS PEDRAS PROFÉTICAS
Vamos começar a entender mais profundamente esse assunto:

A partir de agora, vamos descrever algo que Ezequiel também viu, mas descreveu com menos detalhes que João. Trata-se da Nova Jerusalém, nossa morada celestial, descrita em Ez 48: 30-34, onde as portas são símbolos da autoridade das doze tribos, porém, não com os detalhes de João, nem com a semelhança tão grande ao antigo acampamento Israelita ao redor do Tabernáculo no deserto.

Falaremos sobre as pedras correspondentes às tribos de Israel e sua relação com a muralha da Nova Jerusalém, com suas doze portas como pérolas, e a praça da cidade, de ouro puro.

Apocalipse 21: 9 a 27
João, como todos os outros antes dele, usou a simbologia de pedras preciosas para descrever o brilho e o resplendor divino. Se você se lembra do que falamos em Ezequiel, as tribos no deserto acampavam ao redor do tabernáculo ou tenda da congregação e em volta do acampamento dos levitas. Assim, todas elas ficavam de frente para a tenda (Nm 2: 2). A leste se acampavam: Judá, Zebulom e Issacar. Ao sul: Rúben, Simeão e Gade. A oeste: Efraim, Manassés e Benjamin. Ao norte: Dã, Naftali e Aser.

Como sabido o estandarte de cada uma das tribos, elas também eram simbolizadas por pedras, pedras essas colocadas no peitoral das vestes do sumo sacerdote. João usou mais ou menos o mesmo nome para as pedras (apesar das diferentes traduções posteriores); a única diferença é que individualizou cada uma (“fundamentos”), ao invés de colocá-las por “ordens” como foi usado em Êx 39: 8-14 por Moisés:

Êx 39: 8-14
Pedras que representavam as tribos

Algumas pedras têm variadas traduções por falta de maior conhecimento do assunto na antiguidade; por isso, muitos nomes usados em hebraico e grego podem trazer certa confusão. Por exemplo: sárdio (ou cornalina, variedade castanha de calcedônia), granada (traduzida erroneamente como: sardônio ou esmeralda), carbúnculo (às vezes, traduzida erroneamente como esmeralda), diamante (traduzida erroneamente como calcedônia), ágata (traduzida como crisópraso, uma calcedônia verde clara), crisólito (na verdade, ônix). O que podemos inferir pelos escritos de Moisés e João é que, talvez, Moisés tenha colocado as pedras das tribos de acordo com sua ordem no acampamento; João parece tê-las nomeado aleatoriamente.

Pedras no peitoral do sumo sacerdote – (Êx 39: 8-14) – As mesmas ordens observadas no acampamento.

Dessa forma, se nos basearmos nas pedras das vestes do sumo sacerdote, a nova Jerusalém teria a disposição semelhante das tribos ao redor da tenda da congregação.

Revelação sobre as pedras e a relação com a nova Jerusalém – Embora pareça obscura para nós a relação entre as pedras escolhidas por Deus e cada tribo de Israel, podemos dizer num sentido geral que, para o Senhor, Seus filhos são jóias preciosas, cada um com uma unção diferente dando um colorido especial à Sua criação. As explicações encontradas na Internet não me pareceram satisfatórias pelo conteúdo místico que trazem, ao invés de um real embasamento bíblico. Se tivéssemos que fazer uma correlação entre as faces dos querubins vistas por Ezequiel e João e a cidade quadrangular que está erguida para os que forem salvos, poderíamos dizer que, para estarmos lá, são necessárias quatro características:

a) o bom uso da autoridade, do poder e da liderança espiritual que foram colocados em nós (leão);
b) o uso adequado da inteligência e do livre-arbítrio dado por Deus aos Seus filhos (homem);
c) a sabedoria para lidar com os bens materiais e ser um verdadeiro adorador (boi);
d) a vontade de atingir as alturas espirituais e estar pronto à renovação que vem do Espírito Santo (águia).

Uma surpresa agora: Ap 21:12-21 – É interessante perceber que essas pedras foram chamadas de fundamentos e nelas se encontravam igualmente doze pérolas, formando portas. Parece uma contradição entre o que está escrito no AT por Moisés sobre as pedras e o que está escrito por João, pois o apóstolo não mais se refere às pedras preciosas como os patriarcas e sim como os apóstolos, dando aos patriarcas a simbologia de pérolas, mais precisamente de uma só pérola. Isso significa que os doze patriarcas representam as portas colocadas por Deus na terra para firmar Sua promessa de resgate com os homens, mais especificamente com o Seu povo escolhido (“uma só pérola” – Ap 21: 21).

A eles, foi dada a Lei para que a cumprissem e se mantivessem junto ao Criador. Quando Jesus veio cumprindo-a e trazendo a nova aliança, Ele passou a preparar filhos com a Sua autoridade, por meio dos quais muitos outros povos pudessem conhecer a Salvação. Esses foram os apóstolos, simbolizados nesta visão de João como fundamentos adornados de todo tipo de pedras preciosas (Ap 21: 19).

Os patriarcas, portanto, foram as portas as quais o Senhor abriu para a aliança com o homem e construiu Sua obra, colocando regras para o ser humano, a fim de que ele entendesse ser possível passar para um novo nível de entendimento espiritual e atingir a perfeição (quatro lados da cidade, quatro ordens de tribos, quatro letras no nome hebraico do Senhor – YHWH, símbolo de um número perfeito, do homem unido à Trindade, o número do evangelho), portanto, a vida eterna. Entretanto, ao enviar Seu Filho à terra, Ele fundamentou definitivamente o caminho para que essa perfeição fosse atingida. Foi Jesus mesmo que disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14: 6). Dessa forma, os discípulos de Jesus, os doze apóstolos, são os fundamentos para a construção de uma grande obra, levando o evangelho e abrangendo todos os outros povos, não somente os judeus, mas igualmente os gentios (pedras preciosas de vários tipos – Ap 21: 19) nos quatro cantos da terra.

Através da obra que eles deixaram estabelecida, a humanidade conheceria o caminho (a porta) de volta ao Éden:

Ap 22:1-5
a) rio de água da vida: o fluir constante do Espírito Santo.
b) a árvore da vida: Jesus, no centro do jardim do Éden.
c) doze frutos: todos os meses do ano, frutificar ininterrupto dos eleitos de Deus.
d) Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles:

• Gn 1: 3: “Disse Deus: Haja luz; e houve luz”… Nesta fase inicial, a luz à qual a bíblia se refere é a própria glória de Deus entrando em cena na pessoa de Jesus.

• Is 60: 19-20: “Nunca mais te servirá o sol para luz do dia, nem com seu resplendor a lua te alumiará; mas o Senhor será a tua luz perpétua, e o teu Deus, a tua glória. Nunca mais se porá o teu sol, nem a tua lua minguará, porque o Senhor será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão”.

• Jo 1: 1-5: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela”.

• Ap 21: 23: “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada”.

• Ap 22: 5: “Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos”.

Estou escrevendo palavras proféticas sobre a nova Jerusalém após a segunda vinda de Cristo para mostrar que estamos, na verdade, voltando para o ponto de onde saímos. A luz que um dia veremos (Jesus) é a mesma luz que iniciou todas as coisas.

Ap. Miquéias Castreze
www.evangelhodepoder.com.br

#EvangelhoDePoder #EDP
#OPoderQueTransformaVidas

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