Oferta profética e as 12 Pedras – Tribo de Benjamin

Evangelho de Poder

OFERTA PROFÉTICA E AS 12 PEDRAS – TRIBO DE BENJAMIN
Mês de Novembro 2018 / Kislev – Confiança e Provisão

Assista o vídeo abaixo vídeo onde o Ap. Miquéias Castreze diz sobre a OFERTA PROFÉTICA e tomando posses de todas as bençãos:

KISLEV – (9, Novembro 2018) – Tribo Benjamin – Pedra Ametista (Violeta)
Confiança e Provisão – dias onde o Senhor nos levantará com o braço direito e forte. Levantaremos na luz forte da fé, andaremos em confiança e tranquilidade, e veremos o milagre da provisão do óleo. O Senhor será nosso apoio em meio a dificuldade mais adversas.

Vídeo Oferta Profética – Tribo de Benjamin / Kislev / Pedra Ametista

Em um pequeno resumo, KISLEV diz a cerca de ser um

– tempo de ganhar força e vencer a batalha com a poderosa luz do Senhor
– ter confiança, e certeza absoluta no Deus Eterno
– descanso na confiança e providencia divina
– confiar tambem, que por causa da obra de Deus em nós, Ele movera em todas as formas (Fp 4:13)
– saber e discernir os niveis de confiança que voce deve ter nos outros também
– tempo de dar graças ao Senhor por tudo que Ele tem feito e fará – 1 Tess 5:17-18
– ter confiança ativa ( ir a luta, crer no que lhe foi colocado a mao, agir com fé), e confiança passiva ( crer na onipotencia, provisao, providencia de Deus)
– se sujeitar rapidamente ao pleno repouso no Senhor, nao murmurar.
– ligado com letra Samech, Deus é o nosso apoio. Ele nos apoia com a a mão forte e de direita .
– ligado com o simbolo circular de Samech, circulo representa a onipresença, providencia e força (braço direito – amor imerecido de Deus).
– tempo de estabelecer estratégia de guerra espiritual no Senhor, e ter paz no meio das guerras pessoais e coletivas
– ligado com a tribo de Benjamin, constelação de Sagitário, diz sobre um arco, que representa a força contra a ação do mundo fisico, obter força para agir e corresponder de forma certa e vencer os inimigos – 2 Reis 13 – sendo assim, é preciso ter atitude adequada as direções proféticas
– multiplicar a unção, e andar na unção da multiplicação – Salmos 92:10
– sono restaurador e tranquilo, repousar em confiança e certa em Benjamin. Sonhar com a profecia do futuro, visões e revelações do céu
– estar saciado com a medida certa enviada pelo Senhor, mês da barriga, todo abdomem, Satisfação no Senhor
– desfrutar do milagre sobrenaturais
– vencer com a estrutura romana e grega – temos a mente de Cristo – Romamos 12:2
– lembrar do arco iris, da aliança com o Senhor, de onde voce ja passou e agora, venceu e prosseguir crescendo.

Leia logo abaixo o contexto teórico sobre as pedras representativas de cada tribo, em especial a desse mês.

OFERTA PROFÉTICA TRIBO DE BENJAMIM – AS PEDRAS DAS TRIBOS DE ISRAEL

Cada mes desse ano faremos no segundo domingo uma oferta profética, em cima da revelação espiritual de cada patriarca de cada tribo e de cada pedra profética.

A PEDRA AMETISTA E A TRIBO DE BENJAMIN – Benjamim – Lobo – Samuel. O profeta Samuel, por volta de 1050 a.C., teria ungido Saul, da tribo de Benjamim, como rei de todo Israel. Surpreendentemente, a soberania de Saul se afirmou em todas as tribos de maneira geral – Benjamim (Gn 35:16-19) o décimo segundo filho de Jacó. Veja o que foi dito a respeito dele por seu pai Jaco em Gn. 49:27: Benjamim é lobo que despedaça; pela manhã comerá a presa, e à tarde repartirá o despojo. Algumas características dos Lobos: – Lobo é um animal de caça, um animal feroz, que vai atras da presa e não desiste até conseguir. – Lobo tem saliva curativa – Lobo tem ouvidos aguçado, olfato apurado, e visão noturna As palavras de Jacó a respeito de Benjamim mostra seus descendentes como corajosos guerreiros. O apóstolo Paulo também era da tribo de Benjamim (Rm 11.1; Fp 3.5). Benjamim representa a igreja, militante, que está militando em busca da sua caça, do seu objetivo (morar nas mancões celestiais). que luta para conquistar as coisas espirituais, e que no futuro (manhã e tarde; comerá a carne e repartirá o despojo), serão supridos de todas as suas necessidades por Cristo Jesus, e ainda repartem do que tem com os famintos, que estão a perecer por falta da palavra. Que Deus em Cristo Jesus nos abençoe por meio deste estudo, que venhamos por em praticar, valorizar e amar a palavra de Deus, e que a cada dia venhamos crescer na graça e no conhecimento da sua palavra.

Pedra Ametista – Cor Violeta – A pedra ametista representa o equilíbrio, a moral e a humildade. É um símbolo de proteção e que transmite paz de espírito. A palavra ametista tem origem no grego ametius e significa “que não está em estado de embriaguez”. Embora não seja possível confirmar, é possível que seja esse o motivo pelo qual ela era usada pelos bispos ortodoxos, estando presente nos seus anéis. Isso porque, tendo em conta a sua responsabilidade espiritual, o bispo tinha que se resguardar dos prazeres intensos. A cor violeta representa o clero e o equilíbrio entre material e espiritual. De acordo com a tradição cristã, a ametista carrega um forte sentido de moral e humildade.

AS PEDRAS PROFÉTICAS
Vamos começar a entender mais profundamente esse assunto:

A partir de agora, vamos descrever algo que Ezequiel também viu, mas descreveu com menos detalhes que João. Trata-se da Nova Jerusalém, nossa morada celestial, descrita em Ez 48: 30-34, onde as portas são símbolos da autoridade das doze tribos, porém, não com os detalhes de João, nem com a semelhança tão grande ao antigo acampamento Israelita ao redor do Tabernáculo no deserto.

Falaremos sobre as pedras correspondentes às tribos de Israel e sua relação com a muralha da Nova Jerusalém, com suas doze portas como pérolas, e a praça da cidade, de ouro puro.

Apocalipse 21: 9 a 27 – João, como todos os outros antes dele, usou a simbologia de pedras preciosas para descrever o brilho e o resplendor divino. Se você se lembra do que falamos em Ezequiel, as tribos no deserto acampavam ao redor do tabernáculo ou tenda da congregação e em volta do acampamento dos levitas. Assim, todas elas ficavam de frente para a tenda (Nm 2: 2). A leste se acampavam: Judá, Zebulom e Issacar. Ao sul: Rúben, Simeão e Gade. A oeste: Efraim, Manassés e Benjamin. Ao norte: Dã, Naftali e Aser.

Como sabido o estandarte de cada uma das tribos, elas também eram simbolizadas por pedras, pedras essas colocadas no peitoral das vestes do sumo sacerdote. João usou mais ou menos o mesmo nome para as pedras (apesar das diferentes traduções posteriores); a única diferença é que individualizou cada uma (“fundamentos”), ao invés de colocá-las por “ordens” como foi usado em Êx 39: 8-14 por Moisés:

Êx 39: 8-14
Pedras que representavam as tribos – Algumas pedras têm variadas traduções por falta de maior conhecimento do assunto na antiguidade; por isso, muitos nomes usados em hebraico e grego podem trazer certa confusão. Por exemplo: sárdio (ou cornalina, variedade castanha de calcedônia), granada (traduzida erroneamente como: sardônio ou esmeralda), carbúnculo (às vezes, traduzida erroneamente como esmeralda), diamante (traduzida erroneamente como calcedônia), ágata (traduzida como crisópraso, uma calcedônia verde clara), crisólito (na verdade, ônix). O que podemos inferir pelos escritos de Moisés e João é que, talvez, Moisés tenha colocado as pedras das tribos de acordo com sua ordem no acampamento; João parece tê-las nomeado aleatoriamente.

Pedras no peitoral do sumo sacerdote – (Êx 39: 8-14) – As mesmas ordens observadas no acampamento. Dessa forma, se nos basearmos nas pedras das vestes do sumo sacerdote, a nova Jerusalém teria a disposição semelhante das tribos ao redor da tenda da congregação.

Revelação sobre as pedras e a relação com a nova Jerusalém – Embora pareça obscura para nós a relação entre as pedras escolhidas por Deus e cada tribo de Israel, podemos dizer num sentido geral que, para o Senhor, Seus filhos são jóias preciosas, cada um com uma unção diferente dando um colorido especial à Sua criação. As explicações encontradas na Internet não me pareceram satisfatórias pelo conteúdo místico que trazem, ao invés de um real embasamento bíblico. Se tivéssemos que fazer uma correlação entre as faces dos querubins vistas por Ezequiel e João e a cidade quadrangular que está erguida para os que forem salvos, poderíamos dizer que, para estarmos lá, são necessárias quatro características:

a) o bom uso da autoridade, do poder e da liderança espiritual que foram colocados em nós (leão);

b) o uso adequado da inteligência e do livre-arbítrio dado por Deus aos Seus filhos (homem);

c) a sabedoria para lidar com os bens materiais e ser um verdadeiro adorador (boi);

d) a vontade de atingir as alturas espirituais e estar pronto à renovação que vem do Espírito Santo (águia).

Uma surpresa agora: Ap 21:12-21 – É interessante perceber que essas pedras foram chamadas de fundamentos e nelas se encontravam igualmente doze pérolas, formando portas. Parece uma contradição entre o que está escrito no AT por Moisés sobre as pedras e o que está escrito por João, pois o apóstolo não mais se refere às pedras preciosas como os patriarcas e sim como os apóstolos, dando aos patriarcas a simbologia de pérolas, mais precisamente de uma só pérola. Isso significa que os doze patriarcas representam as portas colocadas por Deus na terra para firmar Sua promessa de resgate com os homens, mais especificamente com o Seu povo escolhido (“uma só pérola” – Ap 21: 21).

A eles, foi dada a Lei para que a cumprissem e se mantivessem junto ao Criador. Quando Jesus veio cumprindo-a e trazendo a nova aliança, Ele passou a preparar filhos com a Sua autoridade, por meio dos quais muitos outros povos pudessem conhecer a Salvação. Esses foram os apóstolos, simbolizados nesta visão de João como fundamentos adornados de todo tipo de pedras preciosas (Ap 21: 19).

Os patriarcas, portanto, foram as portas as quais o Senhor abriu para a aliança com o homem e construiu Sua obra, colocando regras para o ser humano, a fim de que ele entendesse ser possível passar para um novo nível de entendimento espiritual e atingir a perfeição (quatro lados da cidade, quatro ordens de tribos, quatro letras no nome hebraico do Senhor – YHWH, símbolo de um número perfeito, do homem unido à Trindade, o número do evangelho), portanto, a vida eterna. Entretanto, ao enviar Seu Filho à terra, Ele fundamentou definitivamente o caminho para que essa perfeição fosse atingida. Foi Jesus mesmo que disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14: 6). Dessa forma, os discípulos de Jesus, os doze apóstolos, são os fundamentos para a construção de uma grande obra, levando o evangelho e abrangendo todos os outros povos, não somente os judeus, mas igualmente os gentios (pedras preciosas de vários tipos – Ap 21: 19) nos quatro cantos da terra.

Através da obra que eles deixaram estabelecida, a humanidade conheceria o caminho (a porta) de volta ao Éden:

Ap 22:1-5
a) rio de água da vida: o fluir constante do Espírito Santo.
b) a árvore da vida: Jesus, no centro do jardim do Éden.
c) doze frutos: todos os meses do ano, frutificar ininterrupto dos eleitos de Deus.
d) Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles:

• Gn 1: 3: “Disse Deus: Haja luz; e houve luz”… Nesta fase inicial, a luz à qual a bíblia se refere é a própria glória de Deus entrando em cena na pessoa de Jesus.

• Is 60: 19-20: “Nunca mais te servirá o sol para luz do dia, nem com seu resplendor a lua te alumiará; mas o Senhor será a tua luz perpétua, e o teu Deus, a tua glória. Nunca mais se porá o teu sol, nem a tua lua minguará, porque o Senhor será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão”.

• Jo 1: 1-5: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela”.

• Ap 21: 23: “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada”.

• Ap 22: 5: “Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos”.

Estou escrevendo palavras proféticas sobre a nova Jerusalém após a segunda vinda de Cristo para mostrar que estamos, na verdade, voltando para o ponto de onde saímos. A luz que um dia veremos (Jesus) é a mesma luz que iniciou todas as coisas.

No amor de Yeshua HaMashia,
Ap. Miquéias Castreze
www.evangelhodepoder.com.br
#EvangelhoDePoder #EDP
#OPoderQueTransformaVidas

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