CÉU NA TERRA

CÉU NA TERRA
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OFERTA PROFÉTICA E AS 12 PEDRAS – TRIBO DE EFRAIM – MES DE THISREI
Mês de Setembro / Thisrei – O Céu na Terra

Assista o vídeo abaixo vídeo onde o Ap. Miquéias Castreze diz sobre a OFERTA PROFÉTICA e tomando posses de todas as bençãos:

THISREI (10, Setembro 2018 ) – Tribo Efraim – Pedra Jacinto
O Céu na Terra – Dias de frutificar, de festejar, de encontros com o Deus Eterno, tempo de viver os moveres proféticos.

Em breve resumo, esse mês representa e te dá a oportunidade de viver as seguintes revelações proféticas (ler Lev. 23, Deut. 16)

– o mover espiritual, do céu ligando a terra através de tres festas importantes: Rosh Hashana, Yom Kippur e Sucot.
– sendo o sétimo mês, traz o contexto de plenitude, completo, completar o que se inicou, e iniciar o novo
– inicia-se com a Festa das Trombetas, Yom Teruah, no Rosh Hashana, trazendo o som de despertamento do teu espírito
– início de novos ciclos
– encerramento de coisas velhas, para prosseguir para coisas novas, dimensões novas.
– tempo de arrependimento e manifestação da graça de Deus
– de se mover no temor do Senhor com intensidade
– de estabelecer novas dimensões de conquista através do perdão e da restauração
– de celebrar com alegria a colheita do tempo presente e futuro
– e entrar em novos niveis de glória de Deus, atraves de Sucot, festa das Cabanas
– tempo especial de se encontrar com o noivo na terra (encontros sobrenaturais)
– de redimir o tempo perdido,
– de fazer ofertas especiais nas festas (Num. 29 – Deut. 16)
– de despertar e cumprir o chamado de Deus sobre tua vida, e viver assim, com intensidade (Ageu 2)
– de restaurar a adoração ( Ed 3)
– de por em pratica relacionamento com a palavra de Deus (Ne. 8)
– de lutar em favor de seus lideres ( Jr. 40)
– tempo de saber o tempo de jejuar e de festejar, nao andando na religiosidade
– realinhar e reordernar todas as coisas, Deus preparando e nos ensinando
– submissao ao Rei da glória, atraves do ensino e aprendizado dos pastores
– de praticar e viver o que se tem recebido do Senhor
– de ofertar sobre a viuva, órfão e o estrangeiro
– de frutificação, multiplicação, de porção dobrada, de ramificar a alegria do Senhor, de ver a mão direita de ação do Senhor sobre nós, de revelar um novo tempo de prosperidade e de trazer de volta o que foi perdido (Zc. 10:7), através das bençãos da Tribo de Efraim (filho de José)
– dias de grande intensidade no mundo espiritual

– Vídeo Oferta Profética – Tribo de Gade / Mes de Elul / Pedra Diamante
link – https://youtu.be/Pmvp_eFTRsc

– Leia logo abaixo o contexto teórico.

Já estamos vivendo 2018 | 5778
#APortaDaGraça está aberta, passe por ela!
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OFERTA PROFÉTICA TRIBO DE GADE – AS PEDRAS DAS TRIBOS DE ISRAEL

Cada mes desse ano faremos no segundo domingo uma oferta profética, em cima da revelação espiritual de cada patriarca de cada tribo e de cada pedra profética.

THISREI – 10, Setembro 2018 – Tribo de Efraim – Pedra Jacinto
O mês onde ocorrem as festas de Rosh Hashaná (Yom Teruah, Festa das Trombetas), Yom Kippur (Expiação, Dia do Perdão) e Sucot ( Festa das Cabanas, Tabernáculos), é representado pela balança em alusão ao “peso” de nossas ações e ao julgamento de D’us sobre nossos atos , aliás, o que resultará que ano mereceremos ter no ciclo que se renova no calendário judaico.

A PEDRA DIAMANTE E A TRIBO DE EFRAIM – no revela dupla fecundidade – Prosperidade – Efraim era o segundo filho de José, mas recebeu a bênção de Jacó, como se fora o primogênito. Seu nome significa: fruto dobrado. Porção dobrada da herança, frutífero. Para nós, ela é a Porta da Porção Dobrada. Esta era dada por direito de primogenitura. Na porta de Efraim, receberemos a abundância do que Ele tem para nós e tornar-nos-emos frutíferos em tudo, pois Ele colocou à nossa disposição todos os recursos inesgotáveis de Sua graça. Tribo: EFRAIM – Pedra: Jacinto – Cor: Amarelo – Estandarte: Ramo frutífero

Efraim é o filho de Yossef, a alma modelo do poder de procriar na união conjugal. O nome Efraim deriva do primeiro mandamento de D’us a Adam no dia de sua criação – o primeiro de Tishrei, Rosh Hashaná: frutifique e se multiplique” – a mitsvá abrangente de procriar. Espiritualmente, esta mitsvá é cumprida em estágios contínuos durante todos os dias festivos de Tishrei, de Rosh Hashaná a Shemini Atsêret e Simchat Torá (os Dez Dias de Arrependimento correspondem à “Sua mão esquerda está sob minha cabeça”, os seis primeiros dias de Sucot correspondem a “Sua mão direita me abraça”; o sétimo dia de Sucot, Hoshaaná Rabá, corresponde, em particular, a “Ele me beijará com os beijos de Sua boca”; Shemini Atsêret e Simchat Torá correspondem à verdadeira união em si, que começa com o Divino estado de “gravidez” até o nascimento Divino de novas almas de Israel no sétimo dia de Pêssach, o dia da abertura do Mar Vermelho para dar à luz novas almas – novas consciências Divinas).

AS PEDRAS PROFÉTICAS
Vamos começar a entender mais profundamente esse assunto:

A partir de agora, vamos descrever algo que Ezequiel também viu, mas descreveu com menos detalhes que João. Trata-se da Nova Jerusalém, nossa morada celestial, descrita em Ez 48: 30-34, onde as portas são símbolos da autoridade das doze tribos, porém, não com os detalhes de João, nem com a semelhança tão grande ao antigo acampamento Israelita ao redor do Tabernáculo no deserto.

Falaremos sobre as pedras correspondentes às tribos de Israel e sua relação com a muralha da Nova Jerusalém, com suas doze portas como pérolas, e a praça da cidade, de ouro puro.

Apocalipse 21: 9 a 27

João, como todos os outros antes dele, usou a simbologia de pedras preciosas para descrever o brilho e o resplendor divino. Se você se lembra do que falamos em Ezequiel, as tribos no deserto acampavam ao redor do tabernáculo ou tenda da congregação e em volta do acampamento dos levitas. Assim, todas elas ficavam de frente para a tenda (Nm 2: 2). A leste se acampavam: Judá, Zebulom e Issacar. Ao sul: Rúben, Simeão e Gade. A oeste: Efraim, Manassés e Benjamin. Ao norte: Dã, Naftali e Aser.

Como sabido o estandarte de cada uma das tribos, elas também eram simbolizadas por pedras, pedras essas colocadas no peitoral das vestes do sumo sacerdote. João usou mais ou menos o mesmo nome para as pedras (apesar das diferentes traduções posteriores); a única diferença é que individualizou cada uma (“fundamentos”), ao invés de colocá-las por “ordens” como foi usado em Êx 39: 8-14 por Moisés:

Êx 39: 8-14
Pedras que representavam as tribos
Algumas pedras têm variadas traduções por falta de maior conhecimento do assunto na antiguidade; por isso, muitos nomes usados em hebraico e grego podem trazer certa confusão. Por exemplo: sárdio (ou cornalina, variedade castanha de calcedônia), granada (traduzida erroneamente como: sardônio ou esmeralda), carbúnculo (às vezes, traduzida erroneamente como esmeralda), diamante (traduzida erroneamente como calcedônia), ágata (traduzida como crisópraso, uma calcedônia verde clara), crisólito (na verdade, ônix). O que podemos inferir pelos escritos de Moisés e João é que, talvez, Moisés tenha colocado as pedras das tribos de acordo com sua ordem no acampamento; João parece tê-las nomeado aleatoriamente.

Pedras no peitoral do sumo sacerdote – (Êx 39: 8-14) – As mesmas ordens observadas no acampamento.

Dessa forma, se nos basearmos nas pedras das vestes do sumo sacerdote, a nova Jerusalém teria a disposição semelhante das tribos ao redor da tenda da congregação.

Revelação sobre as pedras e a relação com a nova Jerusalém – Embora pareça obscura para nós a relação entre as pedras escolhidas por Deus e cada tribo de Israel, podemos dizer num sentido geral que, para o Senhor, Seus filhos são jóias preciosas, cada um com uma unção diferente dando um colorido especial à Sua criação. As explicações encontradas na Internet não me pareceram satisfatórias pelo conteúdo místico que trazem, ao invés de um real embasamento bíblico. Se tivéssemos que fazer uma correlação entre as faces dos querubins vistas por Ezequiel e João e a cidade quadrangular que está erguida para os que forem salvos, poderíamos dizer que, para estarmos lá, são necessárias quatro características:

a) o bom uso da autoridade, do poder e da liderança espiritual que foram colocados em nós (leão);

b) o uso adequado da inteligência e do livre-arbítrio dado por Deus aos Seus filhos (homem);

c) a sabedoria para lidar com os bens materiais e ser um verdadeiro adorador (boi);

d) a vontade de atingir as alturas espirituais e estar pronto à renovação que vem do Espírito Santo (águia).

Uma surpresa agora: Ap 21:12-21 – É interessante perceber que essas pedras foram chamadas de fundamentos e nelas se encontravam igualmente doze pérolas, formando portas. Parece uma contradição entre o que está escrito no AT por Moisés sobre as pedras e o que está escrito por João, pois o apóstolo não mais se refere às pedras preciosas como os patriarcas e sim como os apóstolos, dando aos patriarcas a simbologia de pérolas, mais precisamente de uma só pérola. Isso significa que os doze patriarcas representam as portas colocadas por Deus na terra para firmar Sua promessa de resgate com os homens, mais especificamente com o Seu povo escolhido (“uma só pérola” – Ap 21: 21).

A eles, foi dada a Lei para que a cumprissem e se mantivessem junto ao Criador. Quando Jesus veio cumprindo-a e trazendo a nova aliança, Ele passou a preparar filhos com a Sua autoridade, por meio dos quais muitos outros povos pudessem conhecer a Salvação. Esses foram os apóstolos, simbolizados nesta visão de João como fundamentos adornados de todo tipo de pedras preciosas (Ap 21: 19).

Os patriarcas, portanto, foram as portas as quais o Senhor abriu para a aliança com o homem e construiu Sua obra, colocando regras para o ser humano, a fim de que ele entendesse ser possível passar para um novo nível de entendimento espiritual e atingir a perfeição (quatro lados da cidade, quatro ordens de tribos, quatro letras no nome hebraico do Senhor – YHWH, símbolo de um número perfeito, do homem unido à Trindade, o número do evangelho), portanto, a vida eterna. Entretanto, ao enviar Seu Filho à terra, Ele fundamentou definitivamente o caminho para que essa perfeição fosse atingida. Foi Jesus mesmo que disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14: 6). Dessa forma, os discípulos de Jesus, os doze apóstolos, são os fundamentos para a construção de uma grande obra, levando o evangelho e abrangendo todos os outros povos, não somente os judeus, mas igualmente os gentios (pedras preciosas de vários tipos – Ap 21: 19) nos quatro cantos da terra.

Através da obra que eles deixaram estabelecida, a humanidade conheceria o caminho (a porta) de volta ao Éden:

Ap 22:1-5
a) rio de água da vida: o fluir constante do Espírito Santo.
b) a árvore da vida: Jesus, no centro do jardim do Éden.
c) doze frutos: todos os meses do ano, frutificar ininterrupto dos eleitos de Deus.
d) Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles:

• Gn 1: 3: “Disse Deus: Haja luz; e houve luz”… Nesta fase inicial, a luz à qual a bíblia se refere é a própria glória de Deus entrando em cena na pessoa de Jesus.

• Is 60: 19-20: “Nunca mais te servirá o sol para luz do dia, nem com seu resplendor a lua te alumiará; mas o Senhor será a tua luz perpétua, e o teu Deus, a tua glória. Nunca mais se porá o teu sol, nem a tua lua minguará, porque o Senhor será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão”.

• Jo 1: 1-5: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela”.

• Ap 21: 23: “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada”.

• Ap 22: 5: “Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos”.

Estou escrevendo palavras proféticas sobre a nova Jerusalém após a segunda vinda de Cristo para mostrar que estamos, na verdade, voltando para o ponto de onde saímos. A luz que um dia veremos (Jesus) é a mesma luz que iniciou todas as coisas.

No amor de Yeshua HaMashia,

Ap. Miquéias Castreze
www.evangelhodepoder.com.br
#EvangelhoDePoder #EDP
#OPoderQueTransformaVidas

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